Desenvolvimento humano será um dos eixos da gestão de Marcelo Miglioli na prefeitura

Por Antonio Nogueira 23/09/2020 - 14:28 hs

O pré-candidato a prefeito de Campo Grande pelo Solidariedade Marcelo Miglioli, durante reunião com apoiadores, voltou a discorrer sobre os cinco eixos que irão nortear a sua gestão a partir do ano que vem na prefeitura e reafirmou que as ações serão voltadas ao desenvolvimento humano, em paralelo ao desenvolvimento econômico e urbano. “Nosso projeto é programático, e não ideológico”, afirmou.

De acordo com Miglioli, os cinco eixos de sua gestão serão o desenvolvimento urbano econômico, humano, saúde e educação. “Quando elaboramos o projeto Pense Grande, Campo Grande, elencamos os principais problemas existentes em cada uma das regiões da cidade e apontamos as soluções, as quais serão implementadas de forma integrada, por meio de ações estabelecidas em todos os cinco eixos do nosso programa de governo”, explicou.

No que diz respeito ao desenvolvimento econômico, com geração de emprego e renda, o candidato destacou que o empresário tem que sentir segurança para ter confiança para investir, sabendo a regra do jogo. “Por exemplo, quais são os critérios para se distribuir terrenos no núcleo industrial? Depende da cara do freguês. Primeira pergunta: você apoia ou não o prefeito? Isso já manda o empresário embora. O que ele precisa é sentir confiança no gestor público”, disse Marcelo Miglioli.

Para ele, o sucesso da gestão no sentido de atrair novos empreendimentos vai depender principalmente da transparência. “Teremos diálogo direto, aberto, franco e institucional com o empresariado”, explicou, ao defender que o prefeito tem que conhecer de gestão para ser fomentador do desenvolvimento, ”pondo fim à agenda politiqueira que aí está”.

Cinturão verde

Também na questão do desenvolvimento econômico ele citou como exemplo o cinturão verde existente em Campo Grande, que reúne centenas de produtores. “Temos que mobilizar os acadêmicos das universidades para interagir com esses produtores, criando oportunidades para os dois lados, com assistência técnica e planejamento”, argumentou, ao lembrar que grande parte dos produtos hortifrútis consumidos na Capital vem de fora.

“Temos aqui no entorno da Capital uma bacia leiteira. Porque não fazermos uma parceria para colocar o leite aqui produzido nas escolas, na merenda escolar? Isso não custa para o município. É gestão é fomento. Temos ativos, mas não estamos sabendo explorar”, finalizou.

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